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A obesidade é a condição clínica caracterizada por um excesso de tecido adiposo (gordura). Apesar de se tratar de uma condição clínica individual, é visto, cada vez mais, como um sério e crescente problema de saúde pública:
excesso de peso predispõe o organismo a uma série de doenças, em particular doença cardiovascular, diabetes mellitus tipo 2, apneia do sono e osteoartrite.
Classificação A obesidade pode ser definida em termos absolutos e relativos. Na prática, a obesidade é avaliada em termos absolutos pelo IMC (índice de massa corporal) e também pela sua distribuição na circunferência da cintura ou pela razão entre as circunferências da cintura e do quadril. Além disso, a presença de obesidade deve ser avaliada enquanto factor de risco cardiovascular e outras condições médicas que podem aumentar o risco de complicações.
IMC, ou índice de massa corporal, é um método simples e amplamente difundido de se medir a gordura corporal. É calculado dividindo o peso do indivíduo em quilos pelo quadrado de sua altura em metros. Equação: IMC = kg / m2 Onde kg é o peso do indivíduo em quilogramas e m é sua altura em metros.
As actuais definições estabelecem a seguinte convenção de valores:
- IMC menor que 18.5 é abaixo do peso
- IMC entre 18.5 e 24.9 é normal
- IMC entre 25.0 e 29.9 é acima do peso
- IMC entre 30.0 e 39.9 é obeso/a
- IMC de 40.0 ou mais é severamente (ou morbidamente) 'obeso(a)'
Possíveis causas - estilo de vida: o do aumento da incidência de obesidade em sociedades ocidentais nos últimos 25 anos do século 20 teve como principais causas o consumo excessivo de nutrientes combinado com crescente sedentarismo.
- genética: como tantas condições médicas, o desequilíbrio metabólico que resulta em obesidade é fruto da combinação tanto de factores ambientais quanto genéticos
- como sintoma secundário de uma doença: determinadas doenças físicas e mentais e algumas substâncias farmacêuticas podem predispôr à obesidade. Males físicos que aumentam o risco de desenvolvimento de obesidade incluem diversos síndromes congénitas, como hipotiroidismo, síndrome de Cushing e deficiência da hormona de crescimento.
Doenças associadas A obesidade está associada a elevado risco cardiovascular e risco de cancro, quer pelos fenómenos associados (alta ingestão de gorduras, sedentarismo, hipertensão arterial, diabetes mellitus, dislipidemia) quer por si só. Tratamento da obesidade O principal tratamento para obesidade é a redução da gordura corporal através da adequação da dieta e aumento do exercício físico. Programas de dieta e exercício produzem uma perda média de aproximadamente 8% da massa total. Nem todos ficam satisfeitos com estes resultados, mas até a perda de 5% da massa pode contribuir significativamente para a saúde do obeso. Existem actualmente uma vasta gama de substancias no mercado para combater a obesidade e escolher entre elas torna-se muitas vezes uma tarefa complicada por isso de uma forma genérica prefira substancias não medicamentosas de preferência que contenham saciantes, (algas marinhas) elementos potenciadores do metabolismo, (chã verde, CLA) e reguladores do transito intestinal (aloé vera, cascara sagrada).
Em caso de dúvidas ou persistência dos sintomas consulte o seu médico ou farmacêutico.
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